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domingo, 18 de março de 2012

MARYLIN MONROE

Nunca falhei com ninguém em quem eu acreditasse.

Marilyn Monroe

sábado, 5 de novembro de 2011

ELBERT HUBBARD

Foi sempre um mistério para mim o facto de as pessoas gastarem tanto tempo enganando-se deliberadamente a si mesmas, fabricando desculpas de modo a encobrirem as suas fraquezas. Caso fosse usado de uma outra forma, esse tempo serviria para curar essas fraquezas e aí já não seriam necessárias essas desculpas.

Elbert Hubbard

terça-feira, 20 de setembro de 2011

CÍCERO

O melhor tempero da comida é a fome.

Marcus Cícero
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A INTERPRETAÇÃO DOS POEMAS

Aí está o interessante da coisa. Uns poemas têm muitas interpretações, outros, calam. E esses são para mim os de maior valor: os textos que produzem a vocalização do silêncio. Há sempre quem goste e quem não goste, se nos preocupamos com isso construímos monumentos com as pedras que nos atiram ou então, e melhor: fazemos o que o diz o instinto: criar e criar, sem pensar em demasia no futuro, porque este mundo precisa de criações para ser ainda mais verdadeiro, como mencionava o Grande Manoel de Barros.

no facebook
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

MUAMAR KADAFI E A "DEMOCRACIA"

É antidemocrático um Parlamento ter poderes para fazer as leis.

Muamar Kadafi

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ERNEST HEMINGWAY



Um manuscrito de Ernest Hemingway. Trata-se do conto The Battler.
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PAULO LEMINSKI SOBRE A LINGUAGEM




O prazer de usar a linguagem é um dos prazeres humanos maiores.

Paulo Leminski
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LA DÉCADENCE POR EDUARDO NOGUEIRA PINTO

Em pouco mais de três séculos, de L'État, c'est moi até ao o Estado Social sou eu.

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NIETZSCHE - O VALOR NATURAL DO EGOÍSMO

O egoísmo vale o que valer fisiologicamente quem o pratica: pode ser muito valioso, e pode carecer de valor e ser desprezível. E lícito submeter a exame todo o indivíduo para se determinar se representa a linha ascendente ou a linha descendente da vida. Quando se conclui a apreciação sobre este ponto possui-se também um cânone para medir o valor que tem o seu egoísmo. Se se encontra na linha ascendente, então o valor do seu egoísmo é efectivamente extraordinário, — e por amor à vida no seu conjunto, que com ele progride, é lícito que seja mesmo levada ao extremo a preocupação por conservar, por criar o seu optimum de condições vitais. O homem isolado, o «indivíduo», tal como o conceberam até hoje o povo e o filósofo, é, com efeito, um erro: nenhuma coisa existe por si, não é um átomo, um «elo da cadeia», não é algo simplesmente herdado do passado, — é sim a inteira e única linhagem do homem até chegar a ele mesmo... Se representa a evolução descendente, a decadência, a degeneração crónica, a doença (— as doenças são já, de um modo geral, sintoma da decadência, não causas desta), então o seu valor é fraco, e manda a mais elementar justiça que ele subtraia o menos possível aos bem constituídos. Ele não é mais do que o parasita destes...
em Crepúsculo dos Ídolos
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

WINSTON CHURCHILL

 
É uma coisa boa para um homem com pouca instrução ler livros de citações. Citações Familiares de Bartlett é um livro admirável, e eu estudei-o intensamente. As citações, quando gravadas na nossa memória, dão-nos bons pensamentos. Elas dão-nos vontade de ler os autores e conhecê-los melhor.

Winston Churchill
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

OSCAR WILDE E A POESIA

Um grande poeta, um poeta que seja realmente extraordinário, é a menos poética de todas as criaturas. Contudo, os poetas menores são absolutamente fascinantes. Quanto mais medíocres são os seus versos, mais pitorescos parecem. O simples facto de ter publicado um livro de sonetos de segunda ordem faz de um homem uma pessoa extraordinariamente irresistível. Ele vive a poesia que não consegue escrever. Os outros escrevem a poesia que não ousam realizar.

Oscar Wilde
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domingo, 8 de maio de 2011

FREUD E OS POETAS



Os poetas são aliados muito valiosos, cujo testemunho deve ser levado em grande conta, pois costumam conhecer toda uma vasta gama de coisas entre o céu e a terra com as quais o nosso saber escolar ainda não nos permitiu sonhar. Estão bem à nossa frente, gente comum, no conhecimento da psique, já que trabalham em fontes que ainda não tornámos acessíveis à ciência.

Freud 
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terça-feira, 12 de abril de 2011

WENDY COPE

If you are interested in writing well, in working at being a better poet, then the most important piece of advice that anyone can give you is that you have to read recent poetry.

Wendy Cope
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segunda-feira, 14 de março de 2011

ALBERT CAMUS (EXCERTO)

















Ergui a cabeça e ia acender um cigarro, o cigarro da satisfação, quando, no mesmo momento, estalou um riso atrás de mim. Surpreendido, voltei-me bruscamente: não havia ninguém. Fui até ao parapeito: nenhum batelão, nenhum barco. Virei-me para a ilha e de novo ouvi o riso pelas minhas costas, um pouco mais distante, como se fosse a descer o rio. Fiquei ali, imóvel. O riso diminuía, mas eu ouvia-o ainda mais distintamente por detrás de mim, vindo de parte nenhuma, a não ser das águas. Ao mesmo tempo, percebia que o meu coração batia precipitadamente. Compreenda-me bem, este riso nada tinha de misterioso; era um riso bom, natural, quase amigável, que repunha as coisas no seu lugar. Em breve, aliás, deixei de o ouvir. Alcancei os cais, meti pela rua Dauphine, comprei cigarros, sem necessidade alguma. Estava aturdido, respirava a custo. Nessa noite, telefonei para um amigo que não estava em casa. Hesitava em sair, quando, de repente, ouvi rir sob as minhas janelas. Abri. Efectivamente, no passeio, alguns jovens despediam-se alegremente. Fechei de novo as janelas, encolhendo os ombros; ao fim e ao cabo, eu tinha um processo para estudar. Dirigi-me à casa de banho para beber um copo de água. A minha imagem sorria no espelho, mas pareceu-me que o meu sorriso era dúbio…

Albert Camus
em A Queda
Livros do Brasil, 2008
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

DOIS PAULOS PORTAS



«Cada um de nós é dois, e quando duas pessoas se ligam, é raro que as quatro possam estar de acordo.»

Bernardo Soares
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

G. K. CHESTERTON: CONTOS DE FADAS

 
os contos de fadas são mais do que verdade: não porque nos dizem que os dragões existem, mas porque nos dizem que os dragões podem ser derrotados.
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G. K. Chesterton
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TOM WAITS E A POESIA



Poesia é uma palavra perigosa. Não gosto do estigma que vem com o ser-se apelidado de poeta. Por isso
chamo ao que faço uma aventura do improviso ou um livro de viagens inebriante.
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Tom Waits
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HERTA MÜLLER: TUDO O QUE EU TENHO TRAGO COMIGO
























Herta Müller (Niţchidorf, Timiş, 17 de agosto de 1953) consegue narrar uma história sem perder de vista o conceito do poético, da excelência de uma beleza que está para além dos olhos, sequer dos sentidos. A escrita desta Nobel da Literatura é fragmentária, fazendo-me lembrar, aqui ou ali, a escrita de Gonçalo M. Tavares, até pela recorrente opção das frases curtas implicando no leitor um corte de respiração ou a constante surpresa da oração seguinte.


Eu andava à caça.
O Kobelian andava pelas redondezas e eu, no segundo Outono iminente, matei um cão de toca na estepe com a minha pá. O animal soltou um breve assobio, como o comboio. Como os segundos se arrastam, quando a testa se racha na diagonal acima do focinho. Hássofer. De lebre ferida.
Queria comê-lo.
Aqui só há erva. E com erva não se pode pregar nem prender, e com pá nada se pode esfolar. Não tive os instrumentos, nem a coragem. Também não tive tempo. O Kobelian estava de volta e assistiu à cena. Por isso, deixei-o ficar no chão, tal e qual. Como os segundos se arrastam quando a testa se racha na diagonal acima do focinho. Hássofer. De lebre ferida.
Pai, uma vez quiseste ensinar-me como se responde com um assobio, quando alguém se perde.

Herta Müller
em Tudo o que eu tenho trago comigo
Dom Quixote
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