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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
«FETISTICAMENTE» ANTON CORBIJN
Há muito que acompanho o trabalho fotográfico do holandês Anton Corbijn que, com CONTROL, filme sobre a vida do malogrado vocalista dos Joy Division, Ian Curtis, se tornou realizador de cinema. A experiência foi extremamente positiva e é com naturalidade que se vê outro filme de Corbijn, desta vez com um elenco de maior prestígio, com George Clooney à cabeça. Achei interessante esta reportagem com entrevista que anda à volta da vida profissional de Anton Corbijn e deste novo filme: O Americano. Detive-me na palavra fetishistically, que em em português será, creio, algo como «fetisticamente». Era isso que sentia quando ele era apenas um fotógrafo de bandas de música ocultado pela fama destas: um gosto-fetiche, de culto.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A VIDA DE JAMIE LIVINGSTON EM POLAROIDS
Acho importante que cada vida tenha uma particularidade. A minha será a escrita, a de Jamie Livingston era precisamente deixar a sua história em polaroids tirados diariamente de 1979 a 25 de Outubro de 1997, dia em morreu. Chris Higgins conta-nos tudo na perfeição, sem deixar de nos emocionar.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
LOMOGRAFIA
A Diana Sandes tem um novo espaço na web. Destaco a secção Lomografia, tipo de fotografia de que gosto muito.
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
POEMA PARA ANDRÉ KERTÉSZ - SYLVIA BEIRUTE
POEMA PARA ANDRÉ KERTÉSZ
o mundo verde de andré kertész: aqui
tão desperto, tão seguro, tão reproduzido na extensão
do estudo que o seu copo inaugura; o mundo com sede
desflorando o espelho das pessoas que no outro lado do vidro
edificam a sua idade com gabardinas,
cigarros electrónicos no interior de aviões, as mesmas que
procuram o diâmetro do sol, a lucidez do consumo
em órbita consoante a imediatez das notícias
que as fazem rolar como uma garrafa sem planos e
dentro da violência do vento e do poder de
uma imagem; e aqui, andré kertész: a beleza da pretensão
de ser outra, acumulando verde, imune ao silêncio,
conhecendo-me antes do meu corpo mil-nove-
-sete-nove, mil-nove-sete-nove e tempos afins.
-sete-nove, mil-nove-sete-nove e tempos afins.
Sylvia Beirute
inédito
André Kertész (Budapeste, 2 de Julho de 1894 – 28 Setembro de 1985) foi um fotógrafo húngaro conhecido pelas suas fotos-conceito, próximas do ensaio fotográfico. O seu estilo pouco ortodoxo levou-o posteriormente ao movimento dadaísta. O facto de ser judeu fê-lo, pela ameaça da Segunda Guerra Mundial, emigrar para os Estados Unidos da América. Dedicou-se, por outro lado, ao fotojornalismo. A fotografia que ilustra o poema, datada de 1979, é de André Kertész.
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